DespedidaN.Rogero
Adeus... eu vou partir
Não quero, como outrora,
implorar um amor
que não me podes dar.
O amor nasce espontâneo,
O amor nunca se implora
E nesta vida se ama
A quem se quer amar.
Talvez seja por isso, então,
Que eu vou-me embora também.
E vês? Eu parto agora sem a
mínima queixa e sem nem mesmo chorar.
Não fico triste,
Sei que me tens amizade,
Sei que terás de mim um pouco de saudade,
Pois sempre fui bondoso e nunca te magoei.
Mas é mister partir...
O destino cruelmente fez com que
Tu me estimes, embora imensamente
Nunca pudesses amar-me
Assim como te amei.
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1 comentários:
Caro amigo Rogero,
Que maravilha de poema!Embora o nome seja Despedida, é, na verdade, um canto de amor, tal a compreensão, sinceridade e verdade.
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