Março 13, 2007

Despedida...

Despedida
N.Rogero





Adeus... eu vou partir

Não quero, como outrora,

implorar um amor

que não me podes dar.





O amor nasce espontâneo,

O amor nunca se implora

E nesta vida se ama

A quem se quer amar.





Talvez seja por isso, então,

Que eu vou-me embora também.

E vês? Eu parto agora sem a

mínima queixa e sem nem mesmo chorar.


Não fico triste,

Sei que me tens amizade,

Sei que terás de mim um pouco de saudade,

Pois sempre fui bondoso e nunca te magoei.




Mas é mister partir...

O destino cruelmente fez com que

Tu me estimes, embora imensamente

Nunca pudesses amar-me

Assim como te amei.

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1 comentários:

Narciso de Oliveira disse...

Caro amigo Rogero,
Que maravilha de poema!Embora o nome seja Despedida, é, na verdade, um canto de amor, tal a compreensão, sinceridade e verdade.

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